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Bahia lidera o ranking das 50 maiores economias municipais do Nordeste

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios referentes aos anos de 2022 e 2023. Com os novos números, algumas cidades se destacaram, passando a registrar um PIB superior ao de municípios historicamente maiores, o que revela mudanças importantes na dinâmica econômica regional.

Salvador tem a segunda maior economia da região 
O Produto Interno Bruto (PIB) é um dos principais indicadores econômicos utilizados para medir a riqueza gerada por uma cidade, estado ou país em determinado período. Ele representa a soma de todos os bens e serviços produzidos e é amplamente utilizado para comparar economias e avaliar o nível de atividade e crescimento econômico de uma região.

No entanto, é importante destacar que um PIB elevado não significa, necessariamente, bem-estar social para toda a população. Em muitos casos, a riqueza gerada concentra-se em setores específicos ou em uma parcela reduzida da sociedade. A desigualdade de renda, o acesso desigual a serviços públicos e as disparidades regionais fazem com que cidades com economias robustas ainda enfrentem desafios sociais significativos, como pobreza, desemprego e precariedade urbana.

Bahia se destaca entre as maiores economias 
Mesmo com esses desafios, os dados mostram a força econômica de alguns estados do Nordeste. A Bahia se destaca de forma expressiva, com 18 cidades entre as 50 maiores economias da região, liderando o ranking estadual e superando todos os demais estados nordestinos.

Esse desempenho reflete a diversidade econômica baiana, que combina indústria, agronegócio, turismo, logística, comércio e serviços, com polos importantes espalhados pelo litoral, região metropolitana, interior e oeste do estado.

Ranking das 50 maiores economias municipais 
1. Fortaleza (CE) — 86,9 bi
2. Salvador (BA) — 76,7 bi
3. Recife (PE) — 66,4 bi
4. São Luís (MA) — 42,4 bi
5. Maceió (AL) — 33,7 bi
6. Natal (RN) — 31,2 bi
7. Teresina (PI) — 29,4 bi
8. João Pessoa (PB) — 28,4 bi
9. Camaçari (BA) — 27,4 bi
10. São Francisco do Conde (BA) — 26,5 bi
11. Aracaju (SE) — 22,3 bi
12. Feira de Santana (BA) — 21,8 bi
13. Jaboatão dos Guararapes (PE) — 20,3 bi
14. Ipojuca (PE) — 18,0 bi
15. Cabo de Santo Agostinho (PE) — 15,9 bi
16. Goiana (PE) — 13,9 bi
17. Maracanaú (CE) — 13,5 bi
18. Campina Grande (PB) — 12,9 bi
19. Vitória da Conquista (BA) — 12,7 bi
20. Luís Eduardo Magalhães (BA) — 11,6 bi
21. Caruaru (PE) — 11,2 bi
22. Petrolina (PE) — 10,6 bi
23. Mossoró (RN) — 10,3 bi
24. Caucaia (CE) — 9,9 bi
25. Barreiras (BA) — 9,5 bi
26. Imperatriz (MA) — 9,5 bi
27. Lauro de Freitas (BA) — 8,9 bi
28. São Desidério (BA) — 8,5 bi
29. Simões Filho (BA) — 8,5 bi
30. Parnamirim (RN) — 7,6 bi
31. Balsas (MA) — 7,5 bi
32. Ilhéus (BA) — 7,2 bi
33. Olinda (PE) — 7,0 bi
34. Paulista (PE) — 7,0 bi
35. São Gonçalo do Amarante (CE) — 6,9 bi
36. Arapiraca (AL) — 6,9 bi
37. Sobral (CE) — 6,6 bi
38. Juazeiro do Norte (CE) — 6,5 bi
39. Juazeiro (BA) — 6,2 bi
40. Vitória de Santo Antão (PE) — 6,1 bi
41. Candeias (BA) — 5,8 bi
42. Alagoinhas (BA) — 5,7 bi
43. Formosa do Rio Preto (BA) — 5,3 bi
44. Santo Antônio dos Lopes (MA) — 5,2 bi
45. Itabuna (BA) — 5,2 bi
46. Porto Seguro (BA) — 5,0 bi
47. Eusébio (CE) — 4,9 bi
48. Aquiraz (CE) — 4,9 bi
49. Açailândia (MA) — 4,3 bi
50. Eunápolis (BA) — 4,3 bi

Forte presença de cidades baianas 
A presença de 18 cidades baianas entre as 50 maiores economias do Nordeste evidencia a importância da Bahia como um dos principais motores econômicos da região. Ainda assim, o desafio permanece em transformar crescimento econômico em desenvolvimento social, reduzindo desigualdades e ampliando o acesso da população aos benefícios gerados pelo PIB.


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